Um elevador espacial é uma estrutura teórica destinada a transportar carga da superfície de um planeta para o espaço. Muitos tipos diferentes de elevadores espaciais já foram propostos, todos eles com o mesmo objetivo de substituir a propulsão de foguetes pelo uso de uma via fixa para transporte, não muito diferente de um elevador, para colocar cargas em órbita ou mesmo para lançar a mesma para o espaço. Os elevadores espaciais às vezes são chamados de
beanstalks ("pé-de-feijão", numa referência à história João e o pé-de-feijão), pontes espaciais, flutuadores espaciais, escadas espaciais, ganchos espaciais e torres orbitais. A proposta mais comum trata de um cabo, ou fita, que vai da superfície do planeta até além da órbita geossíncrona. O cabo seria mantido em posição pela força centrífuga resultante da rotação do planeta. A carga seria então colocada em órbita por veículos que subiriam e desceriam pelo cabo, sem precisar de motores de foguete para tal. Este tipo de estrutura permitiria que grandes quantidades de carga e pessoal fossem colocados em órbita a uma fração do custo de colocar uma carga em órbita usando métodos tradicionais. A empresa japonesa Obayashi Corp está envolvida na construção de um elevador espacial e já tem até previsão de lançamento: 2050. A máquina conseguiria transportar 30 pessoas por vez, com uma velocidade de 200 km por hora para uma altura de 36 mil km acima do nível do mar. Ou seja: cada viagem até o espaço irá durar sete dias. No topo, haverá uma estação para receber os passageiros. Após esse invento, poderá começar o turismo espacial. Poderemos ficar por algum tempo alojado em alguma base espacial observando as maravilhas do universo, por alguns milhões de dólares, é claro.

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